Manaus – O que deveria ser um ambiente de aprendizado e desenvolvimento tem se tornado, para muitas estudantes, um teste de paciência e higiene. Alunas da faculdade Fametro, em Manaus, decidiram romper o silêncio e denunciar as condições alarmantes dos banheiros da instituição, apontando uma “calamidade só” que afeta o dia a dia do campus.
O relato de uma das estudantes expõe uma realidade de completo descaso: “Falta papel higiênico direto, falta sabonetes pra lavar as mãos direto, falta papéis pra enxugar as mãos direto”. A denúncia não para por aí. De acordo com os relatos, os problemas estruturais são evidentes. “Vários banheiros sem tampas” nos vasos sanitários tornam a experiência de usar os banheiros um verdadeiro desafio. Além disso, “bebedouros com água quente” são outros pontos de reclamação.
Condições Alarmantes nos Banheiros
A situação é tão crítica que as alunas afirmam ser “difícil encontrar um banheiro com ar de limpo e cheiroso”. O abandono é visível em diversos pontos, com vazamentos constantes e uma estrutura precária que coloca em questão a segurança e a dignidade das frequentadoras. Um vídeo que está viralizando nas redes sociais nesta quinta-feira (26/3) mostra a dimensão dos problemas, com áreas alagadas e falta de manutenção básica.
Críticas à Gestão da Instituição
O caso, que já repercutiu nas redes sociais, gerou uma onda de críticas à gestão de Maria do Carmo Seffair, reitora da instituição e pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo Partido Liberal (PL). As estudantes questionam as prioridades da reitora, acusando-a de estar mais focada em sua carreira política do que nas necessidades básicas dos alunos que financiam a universidade. A falta de cuidados com as instalações básicas tem se tornado um tema recorrente entre os discentes.
Um Chamado por Melhoria
As alunas da Fametro não estão apenas denunciando, mas também clamando por melhorias urgentes. É vital que a administração da faculdade priorize a manutenção e a higiene dos banheiros, garantindo um ambiente adequado para aprendizado e desenvolvimento. A indignação se espalha entre as alunas, que esperam que suas vozes sejam ouvidas e que ações concretas sejam tomadas para resolver esses problemas que afetam diretamente o cotidiano acadêmico.

